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KSOP Rio de Janeiro 2026: etapa final de 28 de outubro a 6 de novembro com Main Event de R$ 1 milhão

2026-09-20 · Equipe KryptoKings

A temporada do circuito se decide em dez dias de outubro. O KSOP Rio de Janeiro 2026 — quinta e última etapa do ano — acontece de 28 de outubro a 6 de novembro no Sheraton Grand Rio, e é ali que saem os campeões dos rankings anuais. O Main Event tem buy-in de R$ 5.000 e R$ 1.000.000 garantidos, com seis classificatórios para entrar.

Os fatos: a grade e as portas de entrada

A programação abre com o Warm-Up (R$ 1.250, R$ 300.000 garantidos) e mantém os torneios que já viraram marca da casa: RJ Experience (R$ 600, R$ 100.000), Progressive KO (R$ 2.500, R$ 400.000), Monster KO 6-Max (R$ 2.500, R$ 400.000) e Main Event Light (R$ 2.500, R$ 100.000).

No andar de cima, o High Roller Championship vem com buy-in de R$ 15.000 e R$ 1.000.000 garantidos em três dias de jogo. O torneio mais caro da etapa é o Super High Roller de R$ 25.000, que começa na segunda-feira (2) de novembro com dois dias de estrutura. A novidade da grade é o High Roller Deep Stack 2-Day (R$ 10.000).

As portas baratas já estão abertas: os satélites online rodam diariamente e, nas últimas duas semanas, distribuíram vagas avulsas para o Main Event e pacotes completos — entre os classificados há brasileiros e também um argentino. O hotel-sede já colocou as diárias à venda para a série: R$ 1.450 no quarto Classic e R$ 1.865 no Ocean View, em pacote de dez diárias com café da manhã.

Por que importa: o buy-in real de um torneio ao vivo não é o buy-in

Esse último dado não é enfeite — é a parte da conta que quase ninguém faz. Dez diárias no quarto mais barato do hotel-sede são R$ 14.500, quase três vezes o buy-in do Main Event. Some passagem, comida e aquela reentrada que você já guardou na cabeça "por via das dúvidas": a viagem que parecia de R$ 5.000 passa de R$ 25.000 sem aviso.

Essa conta se faz antes de comprar a passagem, não no Dia 1. Não para desistir: para ir com o orçamento certo e sem a pressão de precisar forrar. Quem chega no Dia 1 pensando "tenho que pagar a viagem" joga pior todas as mãos marginais que aparecerem, e isso sai em fichas. Se o total não cabe na sua gestão de banca, a decisão honesta é outra etapa ou outro ano.

E é por isso que o satélite é ferramenta de recreativo sério, não atalho. Não é loteria: é o jeito de comprar um buy-in de R$ 5.000 pagando uma fração, com uma estratégia que não se parece nada com a de um torneio comum — o objetivo deixa de ser acumular fichas e passa a ser sobreviver até a linha de corte. Quem não entende essa troca quebra com o maior stack da mesa; como funciona um torneio satélite é das coisas que mais rendem por hora de estudo.

Se outubro está no seu radar, comece pelo número inteiro da viagem e só depois pela ficha. No clube tem gente fazendo exatamente essa conta esta semana.

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