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WCOOP 2026: os seis Main Events são nos dias 27 e 28 de setembro e dá para se classificar a partir de US$ 0,55

2026-09-14 · Equipe KryptoKings

São duas datas para anotar: 27 e 28 de setembro. É nesses dois dias que estão concentrados os seis Main Events do WCOOP 2026, com mais de US$ 6,5 milhões garantidos no total. O resto da série é o caminho; essas 48 horas são o destino.

As datas: o que rola no dia 27 e o que rola no dia 28

O World Championship of Online Poker 2026 começou em 6 de setembro e vai até o dia 30: 121 eventos, cerca de 350 torneios e buy-ins de US$ 5,50 a US$ 25.000, divididos em três faixas — Low, Medium e High — para cada jogador entrar por onde a banca permite.

No domingo, dia 27, acontecem os três Main Events de No Limit Hold'em, simultâneos: Low a US$ 109 com US$ 1,25 milhão garantido, Medium a US$ 1.050 com US$ 2 milhões e o High a US$ 10.300 com US$ 2,5 milhões, que é o NLHE Championship da série. Na segunda, dia 28, a vez é do Pot Limit Omaha, com os mesmos três degraus — US$ 109, US$ 1.050 e US$ 10.300 — e US$ 400 mil garantidos no campeonato High.

Em volta há títulos espalhados pelo mês inteiro: um 6-Max Championship, um Women's Championship, um 8-Game Championship e formatos que vão do PKO ao Mystery Bounty e ao Triple Draw. Para se classificar, a série tem satélites a partir de US$ 0,55 e Spin & Go temáticos desde US$ 0,75, além de leaderboards e sorteios de tickets ao longo do festival.

O Brasil já deixou marca na primeira metade: Renan Bruschi somou seu décimo título de WCOOP num Mystery Bounty de US$ 530, Willian Ribas levou o Evento #09-Medium (US$ 38.923), Guilherme Decourt venceu o campeonato de HORSE de US$ 1.050 e Gabriel Tavares ficou em segundo no Super Tuesday High Roller de US$ 10.300, por US$ 65.799.

Por que importa: se classificar barato não é jogar barato

Um satélite de US$ 0,55 não transforma um torneio de US$ 109 num torneio de US$ 0,55. Essa é a conta que mais custa dinheiro em setembro. Se você ganha a vaga, senta num field enorme, contra gente que chegou com volume e estudo, numa estrutura longa que vai exigir horas. O satélite baixa o preço da cadeira, não a dificuldade da mesa.

E a variância de um field gigante não se negocia. Num Main Event desse tamanho, jogar bem e não forrar é o resultado mais provável de cada tentativa isolada. Por isso a pergunta útil não é "consigo pagar o buy-in?", e sim "quantas balas disso a minha banca aguenta sem que eu mude o meu jeito de jogar?". Se a resposta é uma, o satélite é o caminho certo; se a resposta é zero, o caminho certo é assistir.

O calendário também se joga. Duas datas fixas no mesmo fim de semana significam decidir com antecedência o que você disputa e com quanta energia chega. Quem empilha dez torneios no domingo e chega arrasado na segunda está pagando inscrição para jogar a sua pior versão. Escolher menos e chegar inteiro é decisão estratégica, não falta de ambição.

Na comunidade revisamos esse tipo de planejamento antes de cada série. Quantos buy-ins de US$ 109 cabem na sua banca sem mudar o seu jogo?

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